Passou o Carnaval. Passou o Oscar. Então, agora sim, Feliz 2010 pra você. E pra comemorar o Ano Novo, @diegomoreau, @pereiraknoll e @marinhomotta (fazendo sua estréia como âncora do programa) recebem Paulo Pedroso, autoridade máxima em Pesquisa, para falar de...Carnaval.
Como muita gente do site PerdiEssaAula viu o Vídeo da Laranja Irritante é legal falar como foi feito e os pontos positivos e negativos na hora de construir e produzira dublagem.
Estou muito feliz de poder debutar aqui no Perdi Essa Aula mostrando pra vocês o nosso primeiro Coruja Cast.
Neste primeiro programa Eu, Allan, Dandara, Lucas e Raposo batemos um papo sobre Oscar e filmes em geral.
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Metallica em Porto Alegre - da lama ao caos, do caos ao êxtase
Escrito por Jairo Piscitelli Jr.
Qui, 25 de Fevereiro de 2010 03:22
Desde criança, sempre adorei ir ao cinema (ah, as saudosas matinês à base de Tom & Jerry no finado Cine Avenida... pronto, entreguei a idade!). Uéll, independentemente do filme, meu ritual de preparação começa já na escolha da sessão, seguido pela entrada na sala meia hora antes pra escolher um lugar bem no meio, a avaliação da eficiência do ar condicionado, a degustação do combo pipoca/refri/jujubas, a xingada clássica na piazada que fica de arreganho durante os trailers... enfim, tudo numa concentração digna dos Mestres Jedi mais CDFs. Bom, dito isso, multiplique agora a frescurada acima por cem, e tente me imaginar às vésperas de assistir a um show internacional. Não apenas pelo alto valor do ingresso ou pela dificuldade de ter uma banda gringa tocando no quintal de casa, mas fundamentalmente pela minha relação kármico-espiritual com a música, acredito que um show não deva significar apenas aquela uma hora e pouco em que a banda está detonando em cima do palco. Show, pra mim, é uma experiência, que envolve necessariamente todos os sentidos (o olfato fica por conta do hipnótico cheiro de churrasquinho de gato na hora de ir embora... malditos!), de modo que eu possa narrá-la aos netos em algum domingo chuvoso com uma precisão cirúrgica, capaz de colocá-los num DeLorean rumo ao exato momento em que o vô deles despirocava horrores em meio à multidão. Ainda estão acordados? Pois a introdução acima é fundamental para vocês entenderem por que, apesar de uma apresentação épica, eu e mais 30 mil heróis ficamos tão furiosos com os organizadores do showzaço do Metallica, realizado no dia 28 de janeiro deste ano em Porto Alegre.
Quantos poetas você conhece? Certamente muitos. Quantos livros de poesia você já leu? Certamente poucos. Talvez nenhum. Normal. Isso é assim mesmo. Você conhece Pessoa, Bandeira e Drummond, mas ler um livro deles, bem, isso já é outra história.
Em um mundo mais narrativo que reflexivo, ler poesia é chato. Em um dia-a-dia em que a gente quer mais é contar e ouvir histórias, ler poesia é um tédio. Em uma rotina que pede resultados práticos e rápidos, ler poesia é perder tempo. A poesia é chata e tediosa. É uma perda de tempo. Será mesmo?
Minha crítica à modernidade não é arrogância. O povo que anda muito 'bunda' hoje em dia mesmo. E os que mais se acham são os mais 'bundas'.
Pessoas bonitas, bem vestidas, descoladas, levando uma máscara de moderno, cult, alternativo, sabe tudo, não se importa com nada, enfia o blasé na bunda e volta para o colinho da mamãe, moleque rebelde.
Ontem, enquanto zapeava os canais pra ver o que passava de bom nos intervalos comerciais (sim, eu mudo de canal quando começa determinados programas. Especificamente um, cujo o nome do apresentador começa com Pedro e termina com Bial), vi o novo VT do CNA - uma das maiores redes de escolas de idiomas do país. Na mesma hora me lembrei de outra propaganda, de título The Pen Story, referente a uma campanha de comemoração aos 50 anos de lançamento da câmera Olympus Pen, produzido em 2009.
"Cameron's talent may just be as big as his dreams." Rolling Stone
"With “Avatar” James Cameron has turned one man’s dream of the movies into a trippy joy ride about the end of life — our moviegoing life included — as we know it." New York Times
"You've never experienced anything like it, and neither has anyone else." Los Angeles Times
Desde pequeno minha grande paixão foi cinema. Cansei de ir assistir filmes ruins sabendo que não ia gostar, simplesmente para estar no cinema. Aquela sala grande, escura, platéia muda, com um único artista no palco: o filme. Diversas histórias me emocionaram, me fizeram rir e me assustaram. Mas Avatar,
Parece ser um consenso geral que estamos vivenciando uma avalanche de informações. Abrimos nosso navegador e pipocam twittadas, blogs, mensagens e afins. Navegamos guiados por nossas necessidades, sejam profissionais ou apenas para alimentar nossa curiosidade e satisfazer a ansiedade. Na verdade este assunto não é novo, a overdose de informação já foi pauta de muitas matérias.
Mas o que eu queria mesmo falar neste breve post é num espaço que existe entre as informações. Na verdade, num espaço que existe em nós mesmo. Até que ponto somos soterrados por tantos dados e nos deixamos levar rio abaixo. Muitas vezes é preciso achar um silêncio. Um respiro. Um, ahh. E quando achamos este espaço dentro de nós é muito bom, pois lá fora, entenda lá fora como ai do seu lado, pode estar trovejando, e você não irá sacudir.